Uma das grandes inovações tecnológicas que tem mudado a forma como as empresas trabalham é a computação na nuvem.
Essa migração das operações para a nuvem se fez necessária em uma velocidade ainda maior nos últimos meses, graças à ocorrência da pandemia e o impulso para o trabalho remoto.
O problema é que existem muitos desafios associados à transição para a nuvem, incluindo a diversidade e a amplitude dos controles de rede e segurança.
Diante dessa realidade, trouxemos no post de hoje as seis melhores práticas para o gerenciamento da segurança na nuvem híbrida.
Continue a leitura e fique por dentro de como realizar o gerenciamento da segurança na nuvem híbrida.
1. Use firewalls de última geração
A primeira dica que trazemos para você é utilizar firewalls mais recentes para garantir a segurança da sua nuvem híbrida.
Sem dúvidas, os controles de segurança nativos dos provedores de nuvem não são suficientes.
Então, se faz necessário o uso de soluções de firewall de última geração, como um NGFW.
Esse modelo inclui recursos como reconhecimento e controle de aplicativos, prevenção de violação integrada e inteligência ativa contra ameaças.
2. Use objetos dinâmicos para ter segurança na nuvem híbrida
Na nuvem, as cargas de trabalho são provisionadas e desativadas dinamicamente.
Nesse modelo, os endereços IP mudam e essa característica não permite que os firewalls tradicionais não consigam acompanhar.
Por isso, é necessário o uso dos objetos dinâmicos NGFW, que permitem que as empresas correspondam a um grupo de cargas de trabalho usando categorias nativas da nuvem.
3. Obtenha visibilidade de 360 graus
A segurança dos dados deve ser avaliada tanto em seus serviços em nuvem quanto no caminho dos clientes da Internet e do data center.
Por isso, é fundamental ter uma visibilidade panorâmica e única de toda a propriedade da rede.
4. Avaliar o risco em sua totalidade para ter sempre segurança na nuvem híbrida
É comum que muitas empresas concentrem apenas serviços em nuvem quando se trata de gerenciar a segurança.
O problema é que isso deixa outros caminhos de rede vulneráveis, como os que são executados através da Internet e dos data centers.
Por isso, as empresas precisam monitorar ativamente essas áreas quanto a riscos com igual ponderação em termos de prioridade.
5. Limpe as políticas de nuvem regularmente
Os grupos de segurança na nuvem são constantemente ajustados para dar conta de novos aplicativos.
Então, se uma empresa não tiver como prioridade a sua política de nuvem, ela logo ficará inchada, difícil de manter e arriscada.
Dessa forma, busque sempre manter os grupos de segurança na nuvem limpos e organizados para que eles sejam precisos, eficientes e não exponham seus dados em risco.
6. Abrace o DevSecOps
A nuvem é um recurso perfeito para DevOps em termos de provisionamento fácil e ágil de recursos e segurança.
Entretanto, a metodologia raramente é usada para análise de risco e recomendações de correção.
Por isso, as empresas que desejam assumir o controle de sua segurança na nuvem devem prestar muita atenção a isso.
Então, antes que um novo risco seja introduzido, trate de obter uma verificação automática de risco hipotético como parte da solicitação de pull do código.
Somente com essa visibilidade e gerenciamento de rede é possível manter-se seguro em um ambiente de nuvem híbrida.
Realizar todas essas tarefas parece um trabalho árduo, não é mesmo?
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